Ju Faria

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PorJu Faria

O Difícil Percurso de Vida da Minha Amiga Silvia Barbosa

Testemunho de Um Percurso de Vida Muito Difícil

Neste artigo vais conhecer o difícil Percurso de Vida da minha amiga Silvia Barbosa. Nós já fizemos duas entrevistas, mas está é aquela em que a minha amiga se expõem, por sentir que chegou a altura de contar o seu difícil Percurso de Vida, juntamente com a sua filha mais velha, a Débora.

Conheci a Silvia, num dos eventos da tribo á cerca de dois anos e neste momento vive da sua paixão, dos seus projetos.

tos que estão a fazer a diferença na sua vida.

Neste artigo vamos conhecer um dos seus projetos:


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Vamos então conhecer o Percurso de Vida de Silvia Barbosa

Prepara-te para uma entrevista muito emotiva e com histórias e de superação fantásticas.

Resumo Inicial da Entrevista:

Eu: – Foi devido ao teu difícil percurso de vida que fez de ti a pessoas que és hoje, podes nos contar um bocadinho desse percurso?

Silvia: – Obrigada Ju, pelo convite. Tu sabes que houve ali um bocado de hesitação. Mas estou a vontade e é para mim um  privilégio. Como tu dizes e é verdade e acho que chegou o momento de falar um pouco sobre isso…

Para começar, com três meses de idade os meus pais deixaram-me aos cuidados da família. Este foi o primeiro momento de fragilidade, desde percurso como criança. O ter sido deixada tão pequenina pelos meus pais, ao cuidado de outros. Era o que eles podiam fazer, foi o melhor que poderão fazer por mim naquele momento. E esse percurso de vida entregue aos cuidados de família, até aos 9 anos, teve alguns traumas.

Com três anos de idade os meus pais, voltaram de Moçambique, eu nasci em Moçambique a minha mãe e de origem moçambicana. Regressaram para Portugal definitivamente e a minha mãe tento estabelecer os laços entre mãe e filha, ela não conseguiu…

Os meus pais, na altura tentar voltar a terem-me com eles, para que pudéssemos ser novamente uma família, mas as coisas não correram da melhor forma. O meu pai tinha medo de me deixar sozinha com a minha mãe. Eu comecei a escrever poesia aos 7 anos, porque realmente havia muita dor dentro de mim, coisas que eu não podia falar, que eu não podia expressar em palavras. Foi graças a essas dores a essas mágoas e essas feridas que eu comecei a abrir-me a um dos meus talentos. Aquilo que eu gosto tanto de fazer: que é escrever poesia.

As coisas que eu escrevia começou a chamar a atenção a minha professora e das pessoas que estava perto de mim. Era uma criança que gostava de estar no meu canto, junto as árvores, da natureza em silêncio. Interagia com outras crianças, mas tinha sempre tendência para me isolar.

Na minha infância tive muito traumas relacionadas com: agressão, abusos ao ponto de eu criança, pensar em suicídio… Posso dizer que a poesia salvou-me a vida…

Os meus pais separaram -se e fui viver com o meu pai aonde a mulher dele me batia, depois mais tarde, com 13 anos, fui viver com a minha mãe e entrei num processo de cura…. a poesia ajudou-me com a minha mãe, começamos a criar uma amizade muito bonita e a ficarmos muito amigas. Começou a haver uma cumplicidade muito grande entre nós, passei a ser o braço direto da minha mãe, andávamos na rua de mãos dadas, não era para as outras pessoas verem, mas o amor que nos liga, que nos uniu, foi tão grande. Veio de uma dor, é verdade. Fizemos o percurso de alguma dor, algum sofrimento,…

A minha mãe incentivou-me a fazer o que realmente eu queira e já fazia através da poesia, que era ajudar pessoas. Então comecei-me a preparar para me tornar Missionária e fiz isso dentro do meu próprio pais….

Estudava, tinha um trabalho em part-time aonde me dedicava a visitar pessoas e levar-lhes uma palavra de encorajamento. Encontrava muitas pessoas deprimidas, encontrava muitos idosos fragilizados em casa. visitava-os, confortava-os. Era esse o meu trabalho, levar uma mensagem de esperança e de amor ás pessoas…

Na minha adolescência, até aos 23 anos, na altura em que me casei, foram dedicados a ajudar o próximo…Descobri que era isso que me trazia alegria. percebi que não precisava de dinheiro para ser feliz, não precisava de nada, a unica coisa que precisava era de fazer o que mais gostava, que era ajudar pessoas. Havia muitas vezes em que andava com o carro na reserva, que só fazia uma refeição por dia e sentia-me a pessoa mais rica do mundo…

Tinha o suficiente para sobreviver, quando eu precisava o dinheiro aparecia, porque eu estava ao serviço e como estava a fazer o que era certo. Estava a dedicar-me a algo que eu sabia que era importante. Sabia que Deus só me podia ajudar.

Houve um momento da minha vida que me marcou. Que foi, quando fui convidada para participar num congresso em Valongo, aonde estavam milhares de pessoas e fui convidada para contar a minha história como pioneira, porque o trabalho que eu fazia: chamava-me pioneira regular…e foi um momento muito especial para mim…

(…)

Casei á moda antiga, de véu e grinalda, com aquelas ideias românticas, sempre fui romântica e ainda sou. Tinha muitas expetativas para o meu casamento e achava que ia ser muito feliz, que ia-mos viver felizes para sempre. Vivi toada a minha vida com a sensação que não saber o que era uma família e andei muito tempo á procura de um lugar, que pudesse chamar de lar, onde pudesse me sentir protegida. (…) CONTINUA NO VÍDEO

O percurso de vida da minha amiga, foi muito difícil, mas foi esse mesmo percurso que a transformou na pessoa maravilhosa que é hoje.

Vê toda a entrevista, não só vais conhecer a sua história, como também muitos ensinamentos, que podem te ajudar na tua vida.

Conhece também o projeto A.M.A onde a Silvia, está a ajudar muita gente.


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Ju Faria

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